Pinhole: a câmera do buraco da agulha

Lata, base para construção de uma câmera pinhole.

Oficina // Morro Dona Marta

Oficina // Morro Dona Marta

Oficina // Morro Dona Marta

Fotografia feita por aluno // negativo

Fotografia feita por aluno // positivo

Fotografia feita por aluno // negativo

Fotografia feita por aluno // positivo

Fotografia feita por aluno // negativo

Fotografia feita por aluno // positivo

Oficinas de Fotografia Pinhole (a câmera do buraco da agulha) realizadas nos seguintes locais na cidade do Rio de Janeiro:

- Morro Pavão-Pavãozinho, Solar Meninos de Luz, projeto premiado no edital Interações Estéticas em Pontos de Cultura – Funarte; SESC Arte 24 Horas, evento realizado no Armazém 4, região portuária; escola de fotografia Ateliê da Imagem, Urca; morro do Borel, Tijuca; morro Dona Marta, Botafogo; morro dos Prazeres, Santa Teresa.

Traduzida literalmente do inglês como “câmera do buraco da agulha”, a pinhole é um processo de produção de imagens fotográficas sem necessidade do uso de câmeras convencionais. Essa câmera é produzida artesanalmente, utilizando materiais simples como latas de alumínio ou caixas de sapatos. Não possui lentes, tendo apenas um pequeno furo de agulha que funciona como diafragma no lugar de lentes. A câmera do buraco da agulha é, basicamente, um compartimento vedado à entrada de luz, uma câmara escura, com um pequeno orifício.

Com a finalização da construção da imagem no laboratório completa-se o ciclo de formação da fotografia, antes da era digital, passando por conhecimentos práticos de física, química, percepção e criatividade.

Concepção e condução das oficinas: Projeto Subsolo

Local: Rio de Janeiro.

Período: 2003 a 2011.